Sisu pode ser suspenso por irregularidades no Enem


Por Valdo Santos - Jornalista

O Ministério Público Federal (MPF) solicitou nesta quarta-feira, 22 de janeiro, que o desgoverno Jair Bolsonaro suspenda as inscrições do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), por motivo dos erros apresentados na correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). 

O pedido do MPF é para que o governo suspenda o Sisu o mais rápido possível. A justificativa do órgão é que há uma grande quantidade de erros e a falta de transparência na correção do exame. Sendo assim, “processos seletivos públicos exigem a mais ampla e irrestrita transparência e publicidade, bem como mecanismos fidedignos de correção das provas, já que destes dependem a legitimidade, solidez, eficácia e credibilidade do sistema”, alega a solicitação enviado pelo MPF ao governo. 

RACHADÃO BOLSONARISTA 

Lobista irmão de Bolsonaro intermediou R$ 110 milhões de verbas do governo federal com prefeituras. Renato Bolsonaro, irmão de Jair Bolsonaro, é um oportunista que atua como lobista na ‘surdina’ do desgoverno. Ele já intermediou a liberação de pelo menos R$ 110 milhões de verbas públicas para prefeituras do estado de São Paulo. /////

Conforme reportagem da Folha, Renato Bolsonaro “participa de solenidades de anúncio de obras, assina como testemunha contratos de liberação de verbas, mas não possui nenhum tipo de cargo público”. O jornal ainda enfatiza que “Renato nega ser pago nesse trabalho e não responde se alguém custeia seus gastos, que incluem viagens pelo estado de São Paulo”.

ABUSO DE AUTORIDADE

Juristas pela Democracia pedem que PGR puna procurador com base na Lei de Abuso de Autoridade por ter denunciado Glenn. A Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) protocolou nesta quarta-feira, 22 de janeiro, na Procuradoria Geral da República (PGR), uma representação contra o procurador do Ministério Público do Distrito Federal (MPF-DF), Wellington Divino Marques de Oliveira, por ter denunciado o jornalista Glenn Greenwald, editor do site Intercept Brasil. 

A ABJD defende que o procurador desobedeceu a Constituição da República Federativa do Brasil, pois a representação do magistrado contra o jornalista “tenta criminalizar a livre manifestação do pensamento e a divulgação de informações, atingindo em cheio o direito fundamental à liberdade de expressão, liberdade de informação e liberdade de imprensa” conforme relata o artigo 5º, incisos IV e IX, e artigo 220 da CF.

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Fotos: reprodução da internet

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