Filme que denuncia golpe contra Dilma é indicado ao Oscar


Por Valdo Santos - Jornalista

Nesta segunda-feira, 13 de janeiro, o filme dirigido pela cineasta Petra Costa, ‘Democracia em Vertigem’, que faz crítica ao golpe fascista de 2016 contra Dilma Rousseff, foi indicado ao Oscar 2020 na modalidade ‘melhor documentário’.

Em nota, Dilma se manifestou sobre a indicação do audiovisual ‘Democracia em Vertigem’ ao Oscar 2020. “O filme é corajoso, por mostrar o jogo sujo que resultou no meu afastamento do poder e como a mídia venal, a elite política e econômica brasileira atentaram contra a democracia no país, resultando na ascensão de um candidato da extrema-direita em 2018”, relatou a ex-presidenta.

GREVE NOS CORREIOS

Em reportagem publicada no Diário da Causa Operária (DCO), o site destaca que a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (FENTECT) aprovou um calendário de lutas para este mês, com início previsto para esta quarta-feira, 15 de janeiro, e que pode levar à greve da categoria no próximo dia 30. 

Conforme relata o DCO, “o motivo são os novos ataques do governo ilegítimo do fascista Jair Bolsonaro aos direitos dos ecetistas. Em informe publicado no último dia 6, a FENTECT denuncia que o presidente bolsonarista dos Correios, o general Floriano Peixoto, tenta forçar a saída dos funcionários e dependentes do plano de saúde da categoria”.

A FENTECT inda informa que está aconselhando seus filiados a não tomarem nenhum tipo de decisão precipitada, pois neste momento “orienta os seus sindicatos filiados a não encaminharem, a não assinarem nada e muito menos sair do plano de saúde”.

VOLTA DAS FARC

A Colômbia está muito próxima de um conflito armado, diz especialista. Se os militantes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) levarem em frente o plano de impor pressão para que o governo do país latino-americano negocie um novo acordo de paz, a guerrilha colombiana pode retornar em 2020, afirmou o especialista em negociações, Henry Acosta, nesta segunda-feira, 13 de janeiro, em reportagem no site Sputnik Brasil. 

Acosta enfatiza que o acordo negociado entre o governo colombiano e as FARC em 2016, que colocou fim ao conflito que matou mais de 260.000 pessoas, enfrenta diversos problemas. E o maior desses problemas “é um risco considerável, porque [os dissidentes] disseram que não travarão batalhas convencionais, mas [vão] partir para a estratégia de guerrilha urbana. Se não haverá batalha, haverá bombardeamentos em zonas urbanas”, disse Acosta à Sputnik.

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Fotos: reprodução da internet

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