É fake news o aumento nas vendas de Natal, denunciam lojistas
Por Valdo Santos - Jornalista
A reportagem publicada na Folha de São Paulo, neste sábado, 28 de dezembro, denuncia que a Associação Brasileira dos Lojistas Satélites (Ablos) contesta de forma veemente o aumento das vendas de Natal divulgado pela Alshop, associação que reúne lojistas de shoppings centers.
O lojista Tito Bessa, presidente da Ablos, contesta a Alshop: "É uma mentira! Estamos desconfiados de que foi manipulação com alguma segunda intenção."
Os dados contestados por Bessa como ‘notícia falsa’, divulgados pela Alshop e replicados por grande parte da mídia convencional brasileira, são usados para manipular a população de que o comércio natalino no varejo de shopping subiu 9,5% em 2019 e o crescimento das vendas no decorrer do ano foi superior a 7,5%.
PROTESTO
Movimento Passe Livre promete parar São Paulo no dia 7 de janeiro. A Rede Brasil Atual informa que o Movimento Passe Livre (MPL) de São Paulo está convocando manifestação o para o dia 7 de janeiro, no Viaduto do Chá, às 17 horas. O motivo dessa convocação, logo nos primeiros dias do ano, é aumento abusivo das passagens acima da inflação. Isso tem revoltado os usuários, que prometem grandes protestos em 2020.
A integrante do movimento, Gabriela Dantas, faz severas críticas ao aumento no preço da passagem. “É um ataque muito grave dos governantes contra a maior parte da população. Uma população trabalhadora que depende desse transporte coletivo para se deslocar, para estudar, para trabalhar, para procurar emprego”, enfatizou Dantas.
COMUNISTAS
Mídias sociais espalham que PCdoB mudaria de nome. Em entrevista para o Site UOL, a deputada Jandira Feghali confirmou que a suposta troca do nome do PCdoB é mais uma notícia falsa replicada pelas mídias sociais. "Nosso partido não vai mudar de nome, tenho muito orgulho de ser comunista", disse Feghali.
A líder do PCdoB explica que a única mudança que se pretende fazer, como proposta para um futuro crescimento da sigla, é a criação de cursos que tem como meta a formação de novos quadros.
"Existe a Plataforma dos Comuns, que lançamos para agregar pessoas insatisfeitas, indignadas, que querem combater o neofascismo, que têm resistência a esse projeto político que estamos vivendo e que ainda não têm identidade absoluta com o nosso programa. Então, abrimos essa plataforma para que as pessoas se incorporem e vamos fazer cursos para que entendam o que nós pensamos, o que nós achamos do momento político, quais são nossas propostas e as nossas plataformas. As pessoas que se identificarem vêm para o Movimento 65 e podem ser candidatas pela nossa legenda", explica a deputada comunista.
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Fotos: reprodução da internet

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